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Flea sobre seu livro de memórias, “Acid For The Children”

Flea – Crédito: Thomas Rabsch

Em entrevista a CBS, Flea comenta o processo de escrita para o sua biografia “Acid For The Children” que tem lançamento previsto para 5 de novembro. O livro aborda principalmente sobre como o baixista se apaixonou por música e sua longa amizade com Anthony Kiedis.

Flea explica no início, “eu não queria escrever um livro sobre mim, pois achava que seria algo muito arrogante de se fazer”. De fato, “Acid For The Children” não é uma história a cerca das glórias de um astro do rock, mas sim sobre uma infância bastante frágil. Ele comenta que falar sobre sua infância não foi difícil, mas que ler em voz alta o fazia chorar toda vez. Ele também relata que só superou o vício das drogas e álcool em torno dos 30 anos de idade.

Todos sabemos que o nosso querido Michael Balzary nasceu em Melbourne, Austrália. Em 1967, o pai dele, que trabalhava para a alfândega australiana precisou se mudar para Nova York e trouxe a família junto. Lá, eles levaram uma vida bem simples no subúrbio, até que a mãe dele deixou o marido e decidiu viver com o professor de guitarra. Flea descreve o seu padrasto, músico de jazz, como sendo disfuncional, mas também um verdadeiro anjo.

Um dia, o padrasto convidou alguns amigos de banda para um ensaio em sua casa. “Algo despertou em mim neste dia mudando a minha vida para sempre”, comenta Flea. Em 1972, a família se mudou para Los Angeles. Na escola ele participou de diversas bandas de jazz, inclusive ganhou prêmios, e obviamente conheceu Anthony que também tinha acabado de chegar na cidade. Flea continua a entrevista contando que ele e Kiedis são antagônicos, como os lados de uma mesma moeda que apesar dele sentir um amor profundo, Anthony é o único que tem o poder de machucá-lo, justamente por serem tão próximos.

Flea se emociona ao falar da importância de Hillel Slovak ao fazer dele um baixista. “Hillel precisava de um baixista para a banda dele e ele me disse que eu deveria aprender a tocar baixo. Isso me fez sentir muito amado, pois ele me escolheu. Eu não tinha tocado baixo até então e eu sabia que a banda significava bastante pra ele. Eu jamais teria aprendido a tocar baixo se ele não tivesse me pedido”, comenta.

Flea conclui a entrevista dizendo que não sabe se terá uma sequência para o livro. “Tenho álbuns para compor, turnês para fazer, filhas para criar e uma esposa para amar. Não tenho muitas horas ao longo dos dias, mas eu amo escrever.”

Confira a entrevista na íntegra:

https://www.youtube.com/watch?v=Dk59x5ABNTs

O LIVRO NO BRASIL

No Brasil ainda não previsão de tradução mas algumas livrarias já estão vendendo a versão original:

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