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Dot Hacker irá lançar novo álbum em janeiro de 2017

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O grupo formado por Josh Klinghoffer, Clint Walsh, Jonathan Hischke e Eric Gardner irá lançar o terceiro álbum do Dot Hacker no dia 20 de janeiro de 2017.

O novo álbum da banda “Nº 3” é o terceiro trabalho do grupo, dando sequência ao último álbum lançado em 2014 “How’s Your Process? (Work)” e “How’s Your Process? (Play)”.

A divulgação do novo álbum foi feita na página oficial no Facebook.

No site do Amazon.com é possível fazer a pré-encomenda e mostra os nomes das músicas:

1. C Section
2. We’re Going Where
3. Mindwalk
4. Cassandra
5. Apt Mess
6. Found Lost
7. Forgot To Smile
8. Beseech
9. Minds Dying

Fontes: Amazon.com e Soundstagedirect.com

Red Hot Chili Peppers confirma mais shows para a turnê do álbum “The Getaway”

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O Red Hot Chili Peppers vem com tudo neste ano! Após anunciar a nova música “Dark Necessities” e o novo álbum “The Getaway”, a banda confirma mais shows para a turnê de divulgação do novo álbum, que será lançado oficialmente no dia 17 de junho de 2016.

Novos shows confirmados para este ano:

01/09/2016 – Budapest, Hungary | Sports Arena
04/09/2016 – Prague, Czech Republic | O2 Arena
08/09/2016 – Oslo, Norway | Telenor Arena
10/09/2016 – Stockholm, Sweden | Tele2 Arena
13/09/2016 – Helsinki, Finland | Hartwall Arena
05/10/2016 – Zurich, Switzerland
08/10/2016 – Bologna, Italy | Unipol Arena
10/10/2016 – Turin, Italy | Pala Alpitour
13/10/2016 – Montpellier, France | Parks and Suites Arena
16/10/2016 – Paris, France | Accor Hotels Arena

Fonte: Redhotchilipeppers.com

O que esperar do próximo disco? Melhor que o anterior! (Parte 4)

Dando sequencia ao nossos artigos, nosso amigo jornalista Michael Gomes Figueredo conta sua opinião sobre “O que esperar do novo álbum do Red Hot Chili Peppers?”, leia:

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A vida de fã de Red Hot Chili Peppers não é fácil. Principalmente pra os maiores de 30 anos. Sou da turma que conheceu a banda durante a primeira “era Frusciante“, mas que só passou a entender o que é música nos tempos de Dave Navarro. Foi ali, por volta de 1995, que passei a gostar dos Peppers, muito influenciado por dois “rapazes” da época: o Beavis e o Butt-Head. Porém, me tornei fã somente no segundo período “frusciantiano”.

Desde então, passei por tudo aquilo que a maioria de vocês, lendo esse texto, também passaram. Conheci pessoas, fiz amigos, ajudei a fundar uma banda cover (a Pepperone), tive garotas… enfim, muita coisa boa graças a essa banda. Mas, certamente, uma das melhores sensações sempre foi a de esperar um novo álbum. Aqui entra o saudosismo de alguém que comprava CDs. Chegar cedo e esperar o shopping abrir para comprar o By The Way, no dia de lançamento, é uma lembrança que guardo com carinho.

Esperei pelo Slane Castle, pelo Hyde Park. E o Stadium Arcadium? Ali começava a surgir o YouTube, lançado em 2005. E nele apareciam vídeos de shows da banda, com trechos das músicas novas. Foi algo mágico comprar aquele álbum e ouvir sem parar durante pelo menos um mês.

Calma. Sei que assunto aqui é a expectativa em relação ao novo álbum. Mas era necessário relatar tudo isso para explicar a minha decepção com o trabalho mais recente, o I’m With You. E também para não ser mal interpretado quanto o que eu espero do que está por vir. Em tempos radicais como os de hoje, fãs de John e Josh vivem relação quase como a dos xiitas e sunitas, petistas e tucanos, Flamengo e Vasco, e por aí vai.

E então, o que esperar do próximo disco? Certamente será melhor que o anterior. Afirmo pautado em alguns fatores importantes.

O primeiro deles é que Josh está mais entrosado com a banda. Isso fica nítido ao compararmos as primeiras apresentações dele, como aquela exibida nos cinemas, com as mais recentes, do final da turnê. Em qualquer área de atuação, a química com os colegas de trabalho é fundamental para a obtenção de bons resultados. Isso certamente será traduzido num casamento mais preciso das guitarras do menino Klinghoffer com os dois monstros que ele tem na cozinha. A falta de encaixe, inclusive, é uma das minhas críticas ao álbum passado. Bateria e baixo grudados, enquanto a guitarra parecia buscar seu espaço.

Depois, vem a evolução técnica do músico. Até mesmo aquele cara que toca violão apenas em casa e anima os encontros de amigos, melhora com o tempo. E Josh, certamente, ganhou mais técnica nesse período com a banda. Tocar ao lado do Flea, por si só, já faz qualquer músico crescer. E o guitarrista é esforçado. Ele mostra isso quando reconhece suas fraquezas, como quando confessou ter dificuldades com Snow. Identificar quais são os pontos fracos é a única maneira de evoluir.

O terceiro, e mais importante, é a mudança na produção. Rick Rubin é um gênio? Ninguém pode negar. Mas mudar renova o ânimo, o prazer de fazer algo novo. Com o barbudão, a banda vinha fazendo “mais do mesmo”, para usar um clichê. Aliás, é uma característica de todas as bandas que têm seus trabalhos assinados por Rubin. Um novo produtor consegue revolucionar. O próprio Flea afirmou que Danger Mouse estava “desafiando a encontrar novas maneiras de avançar com novas músicas”. O cara já trabalhou com Gorillaz, U2 e Snoop Dogg.

Além desses três pontos levantados, o que me faz esperar um bom trabalho é simplesmente não esperar nada. Explico: esperava, em 2011, um substituto para o John. E surgiu algo que marcava muito mais uma transição do que uma nova fase. Agora é o momento de mostrar qual é a nova fase. O trio remanescente da formação mais importante dos Chili Peppers sabe se reerguer. E sabe impressionar quando ninguém espera. Eles escolheram o Josh. Confiam no Josh. E, sem “clubismo”, quem somos nós para desconfiarmos?

  • Michael Gomes Figueredo (Rio de Janeiro / RJ)

O que esperar do 11º álbum? (parte 3)

Nessa terceira parte de nossa coluna o fã e jornalista Rômulo Fortes, de Niterói/RJ, escreve sua opinião sobre “O que esperar do novo álbum do Red Hot Chili Peppers?” Confira:

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Em se tratando de Anthony, Flea, Chad e do caçula Josh, só podemos aguardar por uma grande obra. A mesma formação de “I’m With You”, de 2011, lançará esse ano seu segundo álbum (11º da banda californiana), tendo a produção do músico americano Danger Mouse.

A expectativa entre os fãs é muito grande, e, por parte da imprensa, não é diferente. Ele está presente em uma lista da revista Rolling Stones Brasil e do site Alternative Nation como um dos dez álbuns mais aguardados de 2016.

Para se ter uma base sobre o que esperar dessa nova produção, com a palavra, os próprios membros da banda. Para o baterista Chad Smith, “Temos escrito e gravado de uma forma que nunca fizemos antes, portanto as gravações estão indo muito bem. Todos nós temos grandes esperanças de que ele vai decolar e que vamos fazer algo muito diferente e único para os Red Hot Chili Peppers”, Josh acredita que “Estamos animados com o que estamos fazendo, é algo que sempre gostamos […]. Eu acho que a banda está altamente motivada em continuar, em ir mais distante, criar novas músicas”. O frontman Anthony Kiedis se diz apaixonado pelo álbum: “Chegamos a escrever 24 músicas antes de gravar o álbum e eu achei que seria o suficiente. Mas Danger Mouse pediu mais.  Então, escrevemos mais músicas novas” e também acredita que está no mesmo nível dos clássicos, como “Californication”. Segundo Flea, “Está legal. É muito dançante e cheio de funk. Também há muita coisa introspectiva e bonita. Está bom, cara. E está divertido tocá-lo”.

A partir dessas declarações, só podemos ter um sentimento em relação ao novo lançamento: otimismo. Um novo produtor, que trouxe, junto com ele, um novo desafio para a banda, um Josh muito mais entrosado com o grupo, a certeza de um CD alternativo (marca mais que registrada da banda) e novos clássicos!

O que nos resta fazer? Esperar mais algum tempo…
– Rômulo Fortes (Niterói, RJ)

Red Hot Chili Peppers entram em nova era, diz Flea

Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, disse que a banda está “entrando em uma nova era” enquanto eles terminam o novo álbum.

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Como já anunciado antes, a banda americana se juntou ao produtor Brian Burton, mais conhecido como Danger Mouse, para o novo álbum e já possuem uma série de shows marcados em festivais para o verão. Entre essas datas, a participação principal no Reading and Leeds Festival 2016.

O vocalista Anthony Kiedis recentemente disse que eles estavam “nos detalhes finais” do novo álbum, e Flea conversou agora com a revista Q e revelou mais alguns detalhes.

“Estamos próximos do final”, ele disse. “Danger Mouse está produzindo dessa vez, em vez do Rick Rubin. Estamos caminhando para uma nova era e estamos muito animados”.

Quando perguntado como o álbum está soando, ele adiciona: “É novo e diferente, mas sem sacrificar nossas coisas boas. Tem algumas músicas que já tínhamos, e algumas novas também. Mal posso esperar para tocá-las ao vivo”.

Mesmo ressaltando que o disco novo dos Red Hot Chili Peppers está praticamente concluído, Flea não deu detalhes sobre o lançamento.

A possibilidade de que isso ocorra logo é grande, já que a banda cai na estrada a partir de abril com shows agendados nos Estados Unidos, Europa e Japão.

Enquanto isso, Flea também falou sobre o seu amor pelo David Bowie. O baixista fez uma tatuagem em seu braço logo após a morte do ícone musical esse ano. “Mais ou menos um mês antes do Bowie morrer, eu comprei o seu box set de vinis e estava trabalhando com ele”, Flea diz. “E aí, na noite antes de ele morrer, eu estava ouvindo Blackstar no fone de ouvido. Ele estava na minha cabeça quando eu acordei na manhã seguinte. Assim como muitas pessoas, eu me conectava com ele de uma forma muito pessoal. Ele nunca escreveu sobre sua vida pessoal, o que faz sua arte ser tão pura, mas você sente que conhece ele melhor do que qualquer pessoa”.

Créditos: NME e 89FM