Category Archives: Chad Smith

Notí­cias do Chad Smith

Red Hot Chili Peppers no programa The Jonathan Ross Show – 10/09/11

O Red Hot Chili Peppers se apresentou no programa Jonathan Ross Show pelo canal ITV e vai ao ar hoje, dia 10 de setembro.

A banda já se apresentou em outras ocasiões no programa, tocando a música Cabron no dia 31 de maio de 2002 e Dani California/Give It Away em 14 abril de 2006.

Uma nova foto por trás dos bastidores do Red Hot Chili Peppers no programa The Jonathan Ross Show foi divulgada. O show irá ao ar pela ITV (UK) esta noite às 9.45 pm GMT!
­
Foto:
­

Entrevista com Chad Smith para a Rolling Stone

O Chili Peppers é um longo casamento. Chickenfoot é como se fosse uma amante”

Chad Smith deu uma entrevista exclusiva para a Rolling Stone. Realizada na casa do próprio baterista, a conversa é interrompida diversas vezes: seja pela campainha que toca, seja pelo cara que veio arrumar sua moto.

Confiram abaixo a tradução desta entrevista extremamente hilária:

O baterista do Red Hot Chili Peppers raramente fica em casa. Quando ele não está em turnê com os Chilis, ele está trabalhando ou com seu super grupo Chickenfoot (com Sammy Hagar, Michael Anthony e Joe Satriani ou com outros projetos paralelos. Isto significa que, quando Chad está em casa, ele é absolutamente bombardeado por pessoas que disputam sua atenção. Durante a entrevista para a Rolling Stone, o baterista teve que pedir licença repetidamente para lidar com um homem confuso que estava a caminho de sua casa para entregar uma moto e alguém que veio para pegar as almofadas de um sofá-cama. Foi histérico, mas ele conseguiu de alguma forma fazer a entrevista e lidar com as outras coisas ao mesmo tempo.

Continue lendo…

Chad Smith apresenta sua nova bateria para a turnê

Chad e a Pearl se uniram para fazer um kit que é garantia de um grande som, e que melhora a experiência dos shows ao vivo.

Embora Chad seja visto muitas vezes por trás de baterias das linhas “Reference Series” ou “Masters MCX”, dessa vez ele optou por uma abordagem diferente para essa nova turnê, um kit de acrílico personalizado com o símbolo do Red Hot Chili Peppers em cada caixa. Embora as caixas do kit de Chad sejam em acrílico, Chad pediu para a Pearl reduzir os rebordos da Master Series, um rebordo de 45 graus para otimizar os tons de baixo e meio alcance para o tradicional e acrílico som limpo das caixas.

Confira abaixo fotos e um vídeo com Chad apresentando essa nova bateria durante um ensaio do RHCP.

Fotos:

Continue lendo…

Entrevista dos Chili Peppers para a revista Q Magazine

E as entrevistas não param de surgir. Dessa vez foi a Q Magazine, uma revista do Reino Unido.
Na matéria eles falam sobre o ex-guitarrista John Frusciante e de sua saída da banda e como foi trabalhar com o também ex-guitarrista, Dave Navarro. O quanto foi diferente o trabalho com Josh Klinghoffer. Sobre o seu polêmico livro, Scar Tissue, Anthony Kiedis diz: “Poderia ter revelado muito mais”. Chad Smith brinca sobre a sua semelhança com Will Ferrell.

Flea se emociona enquanto conta sobre um menino que ele ajuda em seu Silverlake Conservatory.
Falam sobre drogas e Flea diz: “Eu ainda fumo maconha de vez em quando”.

É uma excelente entrevista. Uma das melhores já concedidas pela banda.

Confira a tradução da máteria abaixo:

“Morrer nunca pareceu uma boa idéia…” Red Hot Chili Peppers não serão mortos.

“Tenho certeza que vou ter que urinar antes de terminar”, diz o baixista Flea à “Q” na entrevista (e 36 minutos depois, ele foi ao banheiro).
Como o esperado de alguém que passou horas com seu terapeuta, ele enfrenta a tensão na sala.
“Tem uma coisa que eu queria dizer”, ele diz, com cada palavra saindo como se fosse uma metralhadora. “Sou muito grato ao John Frusciante. Ele fez muita coisa pela nossa banda. Como um amigo, como um companheiro de banda, ele é insubstituível”. 

Continue lendo…

Chad fala sobre a “nova era” do RHCP

Em entrevista para a IGN.com, Chad Smith fala sobre essa “nova era” que os Red Hot Chili Peppers estão vivendo.

Na máteria Chad fala sobre a sensação diferente de se gravar cada um dos álbuns, a preparação das novas músicas, a influência de Rick Rubin na produção do CD e também sobre seus projetos paralelos. Uma excelente entrevista e vale muito a pena ler.

Confira a tradução da entrevista abaixo:

A banda está de volta após 5 anos. Chad Smith coloca tudo na balança e fala sobre a longa pausa sem gravar, sobre o guitarrista Josh Klinghoffer e sobre trabalhar com o lendário Rick Rubin. Os Red Hot Chili Peppers, em seus 27 anos de existência, se transformaram em divindades do rock simplesmente fazendo as coisas do jeito deles e deixando a música guiá-los. Depois de inúmeras turnês, álbuns de estúdio e uma série de mudanças de arranjo, o grupo está de volta e prestes a lançar músicas novas, pela primeira vez, em cinco anos. Tivemos a oportunidade de sentar com o grande e experiente baterista Chad Smith para falar sobre o que todo este tempo parado trouxe a eles, sobre como o novo guitarrista Josh Klinghoffer se encaixou à banda e o que o super produtor Rick Rubin agrega ao RHCP.

Levando em conta que vocês ficaram um bom tempo longe, quando vocês voltam ao estúdio, é a mesma coisa de sempre (como se fosse mais um trabalho) ou cada álbum tem uma vida própria?

Cada álbum tem uma vida própria, com certeza… Eu estou olhando para os mesmos rostos, com exceção do Josh Klinghoffer que agora toca guitarra conosco, e é claro, isso é uma grande mudança pra gente. Estávamos bem preparados para gravar, e esta é o melhor forma para que possamos fazer grandes álbuns. Eu sinto que no passado, quando estávamos ainda mais preparados, tudo se resumia em obter um bom desempenho. Algumas coisas irão mudar mas, pra nós, é assim que funciona. Estávamos bem preparados mas ainda assim é emocionante gravar novos álbuns. Nós somos tão sortudos e afortunados por fazer o que amamos, por fazer algo que realmente temos paixão. Foi uma experiência muito satisfatória e divertida. Quando estamos nos divertindo e tudo começa a fluir
bem e de forma fácil, eu sei que coisas boas vão sair daí.

Continue lendo…

Chad Smith fala sobre I’m With You, Filmes Francês, Energia e Renascimento

“Este álbum tem um pouco de tudo, pois é assim que nós amamos,” declara Chad Smith, baterista do Red Hot Chili Peppers, sobre o próximo álbum da banda, o décimo – “I’m With You” – que sairá no dia 30 de Agosto.

Essa que é a graça e a maravilha sobre os Red Hot Chili Peppers: eles são incríveis em tudo. Pode ser em um clássico funk ‘banhado pelo Sol’ como “Give It Away” ou em uma balada poética e comovente como “Desecration Smile”. Seja como for, os Peppers sempre criam melodias que são eternizadas. “I’m With You” promete ser outra coleção de novos clássicos que contarão com o estilo inimitável, contagioso e impressionante da banda.

Para termos uma prévia de “I’m With You”, o baterista Chad Smith falou com o editor da ARTISTdirect.com e autor de “Dolor”, Rick Florino, nesta entrevista exclusiva.

Ele discutiu sobre o álbum, capturando a energia, o renascimento, o que “I’m With You” tem a ver com cinema e mais.

Você tinha uma visão geral de como seria “I’m With You” antes de entrar em estúdio?

Na verdade nós não temos uma visão geral quando a gente começa a trabalhar em um álbum. Nossa visão é: “vamos nos reunir, tocar e ver o que acontece. Vamos escrever ótimas músicas”. Ao nos aprofundarmos em um álbum, nunca temos qualquer noção pré-concebida do que vai ser. Começa a rolar organicamente. É claro, quando o Josh Klinghoffer juntou-se a nós, nós sabíamos que ia ser bem diferente. Nós somente queremos ser honestos e abertos, tocar dos nossos corações.Toda vez que entramos em processo de gravação, é assim que a gente faz. E desta vez não foi diferente. A grande mudança foi ter Josh junto a nós. Ele fez um grande trabalho e escreveu grandes músicas conosco. Nós não poderíamos ter pensado numa pessoa melhor pra tocar com a gente do que ele.

Em todos os álbuns, vocês capturam uma verdadeira energia visceral de dentro destas lindas canções cativantes. Parece até que é tudo planejado, mas surge naturalmente de vocês quatro.

Tudo tem o seu lugar. Tentamos construir as nossas canções de forma que tudo que precisa ser ouvido, será ouvido. Tocamos como uma banda. São quatro caras em uma sala tocando juntos.Essas coisas não são feitas com máquinas que você programa e cria músicas. Nós fazemos rock, é preciso captar uma performance. De alguma forma temos a ajuda da tecnologia sim e outras coisas na paralela. Esses artefatos se cruzam com o que desenvolvemos e ajudam e envolver o ouvinte quando ele ouve a música. Josh canta várias e grandes harmonias. Tudo vale para agregar à música. Eu quero fazer uma música da melhor maneira que ela pode ser feita. Seja tocando o que há de mais simples na parte da bateria ou algo mais emocionante que precisa ser feroz. Temos tudo isso neste álbum. Da última vez, nós tínhamos 28 músicas pra fazer isso [risadas]. Desta vez, é metade. Tá tudo lá, cara. Nós amamos vários tipos diferentes de música. Nós fazemos cover de tantos estilos, mas ainda assim, somos nós. É o que fazemos e acredito que fizemos isto novamente..

Mesmo que a música venha do coletivo da banda, cada instrumento destaca em sua forma individual.

Tudo tem o seu lugar. Tentamos construir as nossas canções de forma que tudo que precisa ser ouvido, será ouvido. Tocamos como uma banda. São quatro caras em uma sala tocando juntos.Essas coisas não são feitas com máquinas que você programa e cria músicas. Nós fazemos rock, é preciso captar uma performance. De alguma forma temos a ajuda da tecnologia sim e outras coisas na paralela. Esses artefatos se cruzam com o que desenvolvemos e ajudam e envolver o ouvinte quando ele ouve a música.
Josh canta várias e grandes harmonias. Tudo vale para agregar à música. Eu quero fazer uma música da melhor maneira que ela pode ser feita. Seja tocando o que há de mais simples na parte da bateria ou algo mais emocionante que precisa ser feroz. Temos tudo isso neste álbum. Da última vez, nós tínhamos 28 músicas pra fazer isso [risadas]. Desta vez, é metade. Tá tudo lá, cara. Nós amamos vários tipos diferentes de música. Nós fazemos cover de tantos estilos, mas ainda assim, somos nós. É o que fazemos e acredito que fizemos isto novamente.

Todo álbum do Red Hot Chili Peppers é um renascimento?

Cada álbum é uma captura insantânea do que está rolando em nossas vidas naquele momento. Tanto na banda, quanto em nossa vida pessoal. Sempre foi assim, não é tipo: “olha, essa música aqui é de 3 anos atrás”. Nós estamos escrevendo as canções, e por isso tem músicas de 6 ou 8 meses. E escrevemos as canções durante 11 meses. Cada vez que você faz um álbum novo, você quer crescer, mudar, testar seus limites e assumir riscos. É importante para qualquer artista em qualquer forma de arte. Nós queremos fazer coisas novas, mas a química que nós temos é algo especial. Todo mundo tem um monte de coisa para acrescentar nas músicas e a personalidade de cada um é espelhada em seu instrumento. Acho que isso é o que nos faz soar únicos. É uma combinação desses caras e dessas notas, e falamos sério. Nós estamos tocando porque nós amamos. É de nossos corações que vem até o ouvinte. Eu não sei como, mas somos muito sortudos. As pessoas querem ouvir a nossa música depois de todos estes anos.

O Rick Rubin ajudar a alimentar esse sentimento?

Sim, Rick Rubin pensa muito igual a gente em um monte de coisas. Certamente na esfera musical, temos uma ótima relação de trabalho com ele. Ele está trabalhando conosco por 20 anos em todos os nossos álbuns. Sentimos que ele é quinto Chili Peppers [risos]. Ele é alguém que amamos e confiamos. Ele está sempre pesquisando, mudando, e procurando por coisas novas como um amante da música. Ele é apaixonado pela música e pela vida, assim como nós. Temos sorte de estarmos juntos nesta
jornada. Nós mudamos, e ele também. Com certeza, nós melhoramos como músico e ele como produtor. Ele simplesmente é ótimo. Ele sabe como tornar uma música melhor. É tão útil. Quando trazemos ele para começar a trabalhar em nossas músicas, ele tem uma visão ampla e nova que simplesmente funciona. A gente tem essa coisa entre nós que flui, que funciona direito.

O que está acontecendo com The Bombastic Meatbats? Vocês soam de forma diferente a cada projeto que vocês fazem.

Nós tocamos não faz tanto tempo. Gravamos um DVD em Nova York. É sempre algo pra eu me divertir. Eu não quero estar em uma banda que pareça com o Red Hot. Eu não faria isso. Eu estou na melhor banda do estilo Red Hot [risos]. Por isso eu estou nessa pegada instrumental de jazz & funk. Ou então eu vou lá e toco lá no Chickenfoot junto com o Sammy Hagar, Joe Satriani, and Michael Anthony o rock clássico com o qual eu cresci ouvindo. Eu também fiz um álbum infantil com Dick Van Dyke. Eu junto tudo isso e agrego ao Red Hot Chili Peppers, tenho toda essa experiência. Nós sempre fizemos isso. O Flea tocou com Patti Smith e Thom Yorke. Nós somos músicos. Eu adoro estar cercado por pessoas que são apaixonadas por músicas, mas isso não significa que farei a mesma coisa que elas.

Se você fosse comparar “I’m With You” com um filme ou uma bombinação de filmes, com o que você compararia?

Há um filme francês chamado “Um Profeta”. É muito bom. É tipo o “Poderoso Chefão” francês. É assim que o novo álbum soa [risos]. Isso é o que significa pra mim hoje. Amanhã é outro dia. Há muito de amor neste álbum. Eu considero um trabalho musical muito positivo e elevado que fizemos juntos. Há um monte de sabores diferentes nele. É muito emocional, e ainda assim é rock. Soa como algo revigorante para mim. Estou muito orgulhoso e feliz sobre a forma como ele saiu.

Tradução: Ana Paula Mancini