O que esperar do 11º álbum? (parte 3)

Nessa terceira parte de nossa coluna o fã e jornalista Rômulo Fortes, de Niterói/RJ, escreve sua opinião sobre “O que esperar do novo álbum do Red Hot Chili Peppers?” Confira:

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Em se tratando de Anthony, Flea, Chad e do caçula Josh, só podemos aguardar por uma grande obra. A mesma formação de “I’m With You”, de 2011, lançará esse ano seu segundo álbum (11º da banda californiana), tendo a produção do músico americano Danger Mouse.

A expectativa entre os fãs é muito grande, e, por parte da imprensa, não é diferente. Ele está presente em uma lista da revista Rolling Stones Brasil e do site Alternative Nation como um dos dez álbuns mais aguardados de 2016.

Para se ter uma base sobre o que esperar dessa nova produção, com a palavra, os próprios membros da banda. Para o baterista Chad Smith, “Temos escrito e gravado de uma forma que nunca fizemos antes, portanto as gravações estão indo muito bem. Todos nós temos grandes esperanças de que ele vai decolar e que vamos fazer algo muito diferente e único para os Red Hot Chili Peppers”, Josh acredita que “Estamos animados com o que estamos fazendo, é algo que sempre gostamos […]. Eu acho que a banda está altamente motivada em continuar, em ir mais distante, criar novas músicas”. O frontman Anthony Kiedis se diz apaixonado pelo álbum: “Chegamos a escrever 24 músicas antes de gravar o álbum e eu achei que seria o suficiente. Mas Danger Mouse pediu mais.  Então, escrevemos mais músicas novas” e também acredita que está no mesmo nível dos clássicos, como “Californication”. Segundo Flea, “Está legal. É muito dançante e cheio de funk. Também há muita coisa introspectiva e bonita. Está bom, cara. E está divertido tocá-lo”.

A partir dessas declarações, só podemos ter um sentimento em relação ao novo lançamento: otimismo. Um novo produtor, que trouxe, junto com ele, um novo desafio para a banda, um Josh muito mais entrosado com o grupo, a certeza de um CD alternativo (marca mais que registrada da banda) e novos clássicos!

O que nos resta fazer? Esperar mais algum tempo…
– Rômulo Fortes (Niterói, RJ)